Em outubro de 2012, logo após as eleições, três pessoas denunciaram ao MPE (Ministério Público Eleitoral) que receberam dinheiro para votar em Takaoka. Para tanto, contratos chegaram a ser assinados entre as partes. A transação teria ocorrido no distrito de Rosália, onde reside o ex-vereador, no dia 28 de setembro daquele ano. Com base nos depoimentos, no dia 24 de outubro a Polícia Federal prendeu em flagrante Yoshio e funcionários de seu gabinete com vários contratos, cheques e documentos da campanha eleitoral.
O ex-vereador ainda foi acusado de ter inserido declaração falsa na prestação de contas eleitoral de 2012. Trata-se de “doações” que ao menos três funcionárias dele na Câmara teriam feito à campanha, uma no valor de 2,250 mil reais e outras duas de 2 mil reais cada, “para encobrir a origem dos valores que lhe pertenciam”.
A sentença contra Yoshio é condenação criminal de primeira instância e ainda cabe recurso às esferas judiciais superiores.
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