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Yasmin Brunet rebate acusação sobre tráfico de mulheres

A modelo e influenciadora Yasmin Brunet usou seu perfil no Instagram para se posicionar sobre as acusações de estar envolvida no desaparecimento de duas jovens brasileiras nos Estados Unidos, atendidas pela coach Katiuscia Torres Soares. O caso é investigado pela Policia Civil de Minas Gerais, o Itamaraty e os EUA.

De acordo com Yasmin, ela não vai mais comentar nada a respeito do caso já que havia entrado na história buscando ajudar, no entanto, entendeu que seu nome só foi envolvido por atenção ou fama. Ela disse que seus advogados, no Brasil e nos EUA, já estão tomando as providências necessárias e finalizou ressaltando que um assunto como esse é extremamente sensível e não pode ser banalizado, e sim tratado com urgência.

“Não vou comentar mais nada a respeito desse caso. Os meus advogados no Brasil e nos Estados Unidos já estão tomando as providências legais e cabíveis. As autoridades já estão investigando. Entrei nessa história buscando ajudar, mas agora, vendo essa confusão que estão fazendo, entendi que buscam apenas atenção. Só quer fazer isso envolvendo um assunto tão importante e chocante”, disse na primeira parte do texto.

E concluiu: “Tráfico humano é um assunto grave, não é para brincar ou ganhar fama em cima. Quanto mais a gente banaliza, mais essas vítimas se tornam invisíveis, parte para um senso ficcional, sendo que esse mercado horrível existe, movimenta muito dinheiro em cima dos corpos das mulheres. Tráfico humano não é fanfic, É assunto sério e urgente”.

O nome da modelo foi citado na última terça-feira, 18, quando uma das jovens tidas como desaparecidas pela família gravou um vídeo dizendo que estava “no cativeiro da Yasmin Brunet”, depois da modelo publicar mensagens de apoio aos familiares.

Entenda o caso

A Polícia Civil de Minas Gerais, o Itamaraty e as autoridades dos Estados Unidos estão investigando o desaparecimento de jovens brasileiras em território americano após estarem envolvidas com a coach e modelo Katiuscia Torres Soares, que se apresenta nas redes sociais como Kat Torres ou Kat a Luz. O caso ganhou repercussão nas redes sociais na última semana por conta da mobilização de familiares e amigos.

Entre as desaparecidas está a jovem Letícia Maria Alvarenga, 21, de Perdões (interior de Minas Gerais, a 213 km de Belo Horizonte), que foi ao país para um programa de au pair e deixou de responder a familiares e amigos no Brasil depois de ter contato com Katiuscia. E a jovem Desirrê Torres, 26, natural do Estado de São Paulo, também estaria na mesma situação.

Agência Estado

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