Tecnologia

Xiaomi anuncia novas lojas físicas no Nordeste e Sul do Brasil

A fabricante chinesa Xiaomi apresentou nesta terça-feira, 17, novas diretrizes para sua operação no Brasil. Após completar dois anos no País, a empresa vai agora expandir para outros Estados além de São Paulo, onde a empresa tem duas lojas no momento. Ao todo, serão cinco novas unidades no Rio de Janeiro, Paraná e Bahia.

Com e-commerce e lojas próprias no Brasil, os dois primeiros anos da Xiaomi no País foram marcados por crescimento agressivo e lançamentos quase mensais de produtos — principalmente no segmento de smartphones, com 33 aparelhos no mercado nacional. A estratégia, com dispositivos focados em tecnologia doméstica, trouxe ao todo cerca de 500 produtos aos consumidores brasileiros.

Para os próximos anos, a visão da empresa é, também, expandir sua operação além dos aparelhos. Em 2021, serão inauguradas duas lojas no Rio de Janeiro (RJ), uma em Curitiba (PR), uma em Salvador (BA) e a terceira loja na cidade de São Paulo. A primeira loja da marca no Brasil foi inaugurada em 2019.

“Temos estudado muito os números digitais, como comentários no e-commerce, para descobrir de que forma produtos performam em cada região. Também avaliamos a retomada das cidades na pandemia para definir novas casas”, afirma Luciano Barbosa, chefe de operação da Xiaomi no Brasil.

As cinco lojas projetadas para este ano começam a ser lançadas já em setembro, começando pelo Rio de Janeiro e Curitiba. Para Barbosa, a expansão se deve a uma nova fase na empresa, que quer consolidar a marca no País. Todas as lojas devem ser inauguradas ainda em 2021.

Além disso, um projeto de lojas próprias da Xiaomi dentro de lojas da varejista Fast Shop também está previsto, para aumentar os pontos de vendas dos produtos da empresa.

Pandemia
Barbosa afirma que, para o acesso às lojas na inauguração, será necessário fazer um agendamento de horários, para garantir que não haja aglomeração de pessoas no evento, por conta da pandemia. Alguns locais serão reservados na parte externa da loja, para que os clientes aguardem o momento de entrar no estabelecimento.

A empresa afirma, também, que o fluxo dentro da loja será controlado e que os aparelhos serão higienizados após cada manuseio. “Queremos garantir que tudo esteja seguro. Esse trabalho vai funcionar onde a gente vai fazer um evento de pelo menos quatro dias, para abrigar os agendamentos”, explica Barbosa.

Apesar do plano de expansão das lojas e de estandes, a Xiaomi afirmou que pretende continuar com a estratégia de um lançamento acelerado de produtos, em especial smartphones. Seguindo com a operação, as vias de crescimento vão passar também por parcerias com e-commerces e outros varejistas além dos que já trabalham com a marca.

Agência Estado

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