Polícia

Vítimas perdem mais de R$ 13 mil em golpes

Duas vítimas perderam mais de R$ 13 mil depois de caírem em golpes de estelionato em Marília. Os casos foram registrados nesta quinta-feira (13) na Polícia Civil, mas teriam acontecido na quarta (12).

Uma idosa de 75 anos contou que recebeu uma ligação, que supostamente seria do banco. A autora da ligação chamou a vítima pelo nome e perguntou se a mulher reconhecia uma transferência de R$ 2,8 mil.

A idosa afirma que negou e a golpista, então, teria afirmado que seriam necessárias algumas informações para o cancelamento.

De acordo com a mulher, além da transferência, a golpista afirmou que havia outros Pix realizados com valores menores, tendo inclusive citado alguns nomes com CPFs.

A vítima passou as informações solicitadas e a suposta atendente teria pedido que a idosa ficasse em torno de 12h sem mexer no aplicativo do banco, pois seriam feitos os cancelamentos dos Pix.

Conforme a vítima, a golpista também disse que a idosa possui conta em outro banco que é vinculada com a conta em questão e que precisava ser movimentada.

Depois disso, a suposta atendente afirmou que voltaria a entrar em contato no dia seguinte, o que foi feito. No entanto, a vítima já tinha tomado conhecimento do golpe.

A mulher fez contato com o banco e descobriu que fizeram vários Pix para a conta de outra agência bancária aberta em seu nome, sem seu conhecimento. O prejuízo soma R$ 4.343,70.

Um homem de 46 anos também caiu em golpe e perdeu dinheiro. A vítima contou que recebeu mensagem de texto, que supostamente seria do banco, detalhando compra de R$ 5,5 mil efetuada pelo app.

Segundo a vítima, a mensagem dizia que caso a compra não fosse reconhecida deveria ser feito contato através do 0800.

O homem ligou para o número informado na mensagem e começou a conversar com o golpista que se identificou como colaborador do banco.

Durante o diálogo foi solicitado o pagamento de duas taxas para o cancelamento da compra, uma no valor de R$ 480 e outra de R$ 360.

O golpista ainda pediu que a vítima solicitasse um empréstimo para quitar o restante do valor da compra.

A vítima fez o empréstimo de R$ 4.224 e realizou outro Pix de R$ 3,9 mil. O suposto atendente ainda disse que os valores seriam estornados após “varredura” na conta. Os dois casos são investigados.

Daniela Casale

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