O prefeito Vinicius Camarinha (PSDB) nomeou o Conselho Municipal de Saneamento Básico de Marília, órgão responsável por acompanhar a política municipal do setor e avaliar propostas de revisão e reajuste das tarifas de água e esgoto.
A portaria com a composição do colegiado foi publicada na edição de sábado (7) do Diário Oficial do Município (Domm) e estabelece mandato de dois anos para os membros titulares e suplentes.
Criado pela Lei Municipal nº 9.196, de dezembro de 2024, o conselho tem caráter consultivo e deliberativo. Entre suas atribuições estão a análise de propostas de fixação, revisão e reajuste tarifário dos serviços de saneamento básico, o acompanhamento da execução da política municipal do setor e a participação em audiências públicas relacionadas ao tema.
De acordo com a legislação complementar que rege a concessão, reajustes e revisões tarifárias devem ser submetidos previamente à oitiva do conselho, além da realização de consultas e audiências públicas.
Membros do conselho
A nomeação marca a primeira instalação efetiva do colegiado, embora sua criação legal tenha ocorrido cerca de dois anos e meio após a previsão de instituição estabelecida na Lei Complementar nº 938, de junho de 2022, que autorizou a concessão dos serviços de abastecimento de água e esgoto e determinou mecanismos de controle social, incluindo a atuação do conselho.
O colegiado é composto por 12 membros titulares, com participação paritária entre representantes do poder público e da sociedade civil. Integram o conselho representantes da Agência Municipal de Água e Esgoto (Amae), da Procuradoria-Geral do Município, de secretarias municipais, de entidades ambientais, de órgãos de defesa do consumidor, de usuários e de representantes técnicos do setor. O presidente será escolhido pelos próprios conselheiros.
Contexto da nomeação
A instalação do conselho ocorre após o período de intervenção municipal na concessão dos serviços de saneamento, realizado entre fevereiro e novembro do ano passado.
Pela legislação vigente, a avaliação de revisões tarifárias periódicas ou extraordinárias deve considerar o equilíbrio econômico-financeiro do contrato e será submetida à análise do órgão regulador, com manifestação prévia do conselho antes de qualquer decisão administrativa.
A discussão sobre tarifas ganhou relevância desde o início da concessão, quando a empresa responsável pelos serviços promoveu a atualização dos valores previstos no edital de licitação. Com a criação do conselho, futuras revisões ou reajustes deverão passar pela análise do colegiado, que poderá emitir pareceres técnicos e participar do processo de consulta pública antes da definição final das tarifas.
Atividade da Unimar apresentou problemas, causas e soluções encontradas na construção civil.
Iniciativa integra o projeto Cidades Inclusivas para Famílias Sustentáveis (Foto: Divulgação) A Prefeitura de Pompeia…
'Marília: entre memórias e histórias' reúne trabalhos de diferentes períodos em centro de compras.
Filme dirigido por Paulo Sacramento será exibido na sala de projeção do Clube de Cinema.
Um funcionário da concessionária CPFL ficou ferido após sofrer uma descarga elétrica enquanto realizava trabalhos…
Centro passou a contar com novos equipamentos para diagnóstico e acompanhamento de pacientes com diabetes.
This website uses cookies.