Para isso, medidas foram adotadas como funcionamento do setor administrativo do município das 11h30 às 17h30, a partir da próxima terça-feira, dia 4 de novembro, exceto escolas, unidades de saúde e Casas do Pequeno Cidadão, bem como proibição de utilização dos veículos municipais aos finais de semana e no horário do almoço por servidores.“ Vamos economizar onde for possível, como combustível, tarifa telefônica e energia elétrica.”, disse o prefeito.
O prefeito também nomeou uma junta que vai fiscalizar a economia de custeio administrativo. Ela é formada pelos secretários da Administração, Marco Antonio Alves Miguel; da Fazenda, Sérgio Moretti bem como de Economia e Planejamento, Rodrigo Zotti. As medidas terão validade por 90 dias, podendo haver prorrogação. A meta nesse período é economizar R$ 2 milhões.
Apesar das justificavas do prefeito, a ONG Marília Transparente recentemente soltou uma nota em que critica as medidas da chamada economia de guerra. “Ao observar esse aumento de arrecadação de mais de R$ 107 milhões de reais em menos de dois anos de administração, chega-se à conclusão de que a “Economia de Guerra” não pode ser decorrente de falta de dinheiro.”, diz a ONG. Confira o texto completo aqui.
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