A Câmara dos Vereadores de Marília rejeitou nesta segunda-feira (15) mais uma denúncia contra o prefeito Daniel Alonso (PL), que pedia a abertura de um Comissão Processante (CP) para apurar suposto mau uso do dinheiro público, principalmente em relação ao Instituto de Previdência do Município de Marília (Ipremm).
O primeiro assunto da Ordem do Dia foi a queixa protocolada pelo aposentado Ronaldo Martins Machado, membro de um grupo opositor ao atual governo, que solicitava abertura de investigação contra o chefe do Executivo. O documento alegava que o prefeito teria promovido calotes ao Ipremm, que configurariam em supostas “pedaladas fiscais”, o que estaria levando o órgão previdenciário à falência.
Por ampla maioria de votos, a denúncia foi arquivada pelos vereadores marilienses. Fora sete votos contrários à abertura da CP. Sérgio Nechar (PSB), Elio Ajeka (PP), Marcos Rezende (PSD), Júnior Moraes (PP), Vânia Ramos (Republicanos), Daniela D’ávila (PL) e Evandro Galete (PSB) votaram pelo arquivamento do pedido. Já Luiz Eduardo Nardi (Cidadania), Marcos Custódio (PSDB) e Rogerinho (PP) se ausentaram da sessão. Danilo Bigeschi (PSDB), Eduardo Nascimento (Republicanos) e Junior Féfin (União Brasil) votaram pela abertura da investigação.
Ainda no encontro camarário, os vereadores aprovaram o Projeto de Lei (PL) 22/2024, que obriga a Prefeitura de Marília a fazer algo que já faz há vários anos. O objetivo é que a administração municipal divulgue no site oficial do município, dados relativos aos casos de dengue, zika ou chikungunya, a fim de reforçar a importância do princípio da publicidade como um instrumento essencial para o exercício da cidadania e para a promoção da saúde pública.
Ocorre que a Prefeitura de Marília já faz essa divulgação semanalmente, com dados de pessoas infectadas e também que morreram por essas e outras várias doenças, no Informe Semanal dos Agravos de Notificação Compulsória da Vigilância Epidemiológica.
Outra proposta votada e aprovada foi a de número 25/2024, que denomina a rua ‘B’ do Conjunto Residencial Solar das Esmeraldas, com início na rua Pedro Salido Nogueira, como rua Antônio Bernardes da Silva.
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