Marília

Vereadora nega tráfico de influência junto ao comando da PM

A vereadora Daniela D’Avila (PL), que se envolveu em polêmica após telefonar para a comandante do Batalhão da Polícia Militar em Marília, durante abordagem a um carro registrado em seu nome, enviou nesta quinta-feira (20) nota ao Marília Notícia para reforçar posições e negar tráfico de influência.

O site revelou com exclusividade detalhes do caso, que teria provocado a remoção do policial do setor em que atuava.

Daniela afirmou que, seu telefonema para a tenente-coronel Márcia Cristal teve o objetivo de uma solicitação de esclarecimento, a respeito da possibilidade de apreensão apenas do documento e não do veículo.

A vereadora disse ainda que não houve nenhuma “indagação” que levasse o policial militar responsável pela fiscalização a ser punido. O PM apenas exerceu suas funções, disse a vereadora.

Daniela declarou ainda que “ficou muito preocupada com a filha, uma vez que não se encontrava no local do acontecido”. Disse ainda que os pneus do carro não estavam ‘carecas’, conforme comprovado em laudo que teria sido feito posteriormente, já no pátio de apreensão (veja imagem abaixo).

A parlamentar afirmou ainda que “concorda com os procedimentos determinados pela legislação de trânsito” e comentou o remanejamento do policial.

Confira a nota na íntegra.

“Com relação ao remanejamento de um setor para o outro, realizado pelo 9º Batalhão de Polícia Militar do Interior (BPMI) de um policial militar que exercia atividades na fiscalização do trânsito urbano, a vereadora Professora Daniela (PL) esclarece que: em nenhum momento seu telefonema para a comandante tenente-coronel Márcia Crystal teve o objetivo de praticar tráfico de influência, apenas se tratou de uma solicitação de esclarecimento a respeito da possibilidade de apreensão apenas do documento e não do veículo, também não houve nenhuma indagação para que o referido militar fosse punido ao exercer suas funções; comunica que ficou muito preocupada com a filha, uma vez que não se encontrava no local do acontecido e que os pneus não estavam ‘carecas’, conforme comprovado em laudo (anexo). Afirma que concorda com os procedimentos determinados pela legislação de trânsito e que a decisão pelo remanejamento acredita que trata-se de uma medida administrativa interna e exclusiva do Comando da Polícia Militar, alheia ao exercício do mandato de vereadora da Câmara Municipal de Marília.”

Carlos Rodrigues

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