O mês de junho, último com dados consolidados, foi péssimo para os empregos da indústria de Marília, com a extinção de 228 postos de trabalho com carteira assinada.
A ocupação que mais sofreu cortes foi de serralheiro, com 66 demissões a mais do que contratações.
Os dados são do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) divulgados pelo Ministério da Economia.
As profissões que mais tiveram déficit no saldo de contratações da indústria mariliense foram promotor de vendas (-27), embalador (-22), soldador (-17) e alimentador de linha de produção (-15).
Um dos principais fatores para o saldo negativo no parque industrial local foi o corte iniciado pela Sasazaki Portas e Janelas no mês passado.
O anúncio foi de demissão de quase um terço dos cerca dos 600 funcionários que trabalham na cidade entre junho e julho.
As funções de serralheiro e soldador – com salários médios de R$ 2,1 mil e R$ 1,8 mil, respectivamente – inclusive se encaixam no ramo de operação da empresa e figuram entre aquelas que mais tiveram postos de trabalho extinto.
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