O pré-candidato a prefeito de Marília Garcia da Hadassa (Novo) divulgou nota à imprensa nesta semana contra o aumento da passagem de ônibus e considerou que as empresas de transporte coletivo representam um “nocivo monopólio” para a cidade.
Com indignação, Garcia emitiu comunicado defendendo população, que vai começar a pagar R$ 5,75 pelo transporte público a partir desta quinta-feira (2). O empresário do Grupo Hadassa argumenta que o município carece de políticas públicas em prol das pessoas mais humildes.
“Marília já passa por um período crítico e não se pode tolerar que o próprio governo municipal não apoie sua população. O impacto financeiro desse aumento vai prejudicar muito nossa gente. Um gestor precisa pensar nos mais vulneráveis e governar para todos”, desabafou Garcia da Hadassa.
O Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo (TJ-SP) extinguiu a ação popular e a liminar contra a elevação do preço. Portanto, entra em vigor o decreto municipal nº 14.274 de 2024 que vai elevar o custo da passagem de ônibus de R$ 4,50 para R$ 5,75. Um aumento acima de 27%, considerado muito alto para a realidade econômica da maior parte dos trabalhadores.
Para Garcia da Hadassa, o monopólio do transporte urbano precisa acabar. “O nocivo contrato foi assinado em 2013 e acabará no meio da próxima gestão. Entendo que o novo gestor deverá fazer uma nova licitação, acabar com esse duplo e nocivo monopólio (duas empresas dividindo a cidade e com o mesmo preço de tarifas) e implantar um sistema transporte coletivo de melhor qualidade e tarifas dentro da realidade econômica da nossa população”, ressaltou.
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