Atividades acadêmicas e serviços executados por alguns servidores da Universidade Estadual Paulista (Unesp) em Marília foram impactados nesta terça-feira (28), em decorrência de uma paralisação, que resultou em obstrução de salas de aula e acessos. A segurança do Campus registrou o caso na polícia.
Segundo informações do supervisor de setor de vigilância, alunos iniciaram a manifestação por volta das 7h30, com o bloqueio de portas das salas de aula. Acessos a andares superiores dos blocos também foram obstruídos.
Os piquetes, também chamados pelos estudantes de “cadeiraços”, foram montados com carteiras das próprias salas. Segundo a vigilância, estudantes estavam na posse de chaves, o que lhes permitiu acesso ao mobiliário.
Alguns servidores, sem acesso aos postos de trabalho, voltaram para casa e teriam realizado serviços em sistema home office.
O protesto foi convocado pelas redes sociais e propôs atividades, como oficinas de cartazes e rodas de conversa. Uma das reivindicações, conforme as postagens, é a reforma da moradia estudantil, localizada próxima ao campus.
REPRESSÃO
Fontes ouvidas pelo Marília Notícia relatam mudança de postura em relação aos protestos na Unesp, com “polícia e outros ‘mecanismos’ estranhos à universidade acionados com mais frequência”.
Consta, em boletim de ocorrência, por exemplo, que a instituição possui câmeras de monitoramento e poderá ofertar as imagens à Polícia Civil, para apurar atos que possam caracterizar atos ilícitos.
No registro, a supervisão de segurança apontou nomes de vários alunos que teriam encabeçado o ato. Não constou qualquer reivindicação feita pelos acadêmicos.
A direção da Unesp foi questionada pelo Marília Notícia, mas ainda não se manifestou oficialmente sobre o caso.
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