A página, chamada de “A Voz Conservadora”, veicula “propagandas degradantes, caluniosas, difamantes ou injuriantes”, o que é vedado por lei. O pedido veio da coligação de Dilma.
A página acusava a presidente de ser “responsável por formação de grupo terrorista, além da responsabilidade de assassinatos específicos” e de ter “praticado crime de homicídio, capitulado no art. 121 do Código Penal”.
Segundo o magistrado Tarcisio Vieira, é evidente “a agressão à honra da candidata, sendo nítido o abuso no exercício do direito de crítica […], abuso de liberdade de expressão e violação à legislação eleitoral”.
Folhapress
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