Marília

Novas técnicas da Saúde surtem efeitos nas cicatrizações

(Foto: Ramon Barbosa Franco)

Dos seus 70 anos de idade, 20 foram convivendo com um verdadeiro desconforto diário. Morador do bairro Santa Antonieta, zona Norte, este senhor que utiliza o Sistema Único de Saúde (SUS) – cujo nome foi mantido em total segredo por condições do sigilo ético e pela preservação da identidade de pacientes da atenção básica de Marília – perto dos seus 50 anos de idade passou a sofrer de uma grave ferida localizada no seu tornozelo.

“Profunda, a ferida impunha uma luta diária de cuidados”, informou a enfermeira responsável pelo Ambulatório de Feridas Crônicas e Ostomias da Secretaria Municipal de Saúde, Helen Kendely. Entretanto, o paciente teria um novo e feliz capítulo em seu prontuário mantido na Unidade Básica de Saúde Santa Antonieta. “Até a circulação sanguínea dele vinha sendo comprometida”, pontuou a enfermeira.

O quadro clínico do senhor que por duas décadas lutou com a dor e mal-estar em virtude do machucado que não fechava, mudou quando a Secretaria Municipal de Saúde passou a adotar novas técnicas e novos medicamentos (novas coberturas) para os cuidados com ferimentos e na recuperação de feridas.

“A nova tecnologia passou a ser adotada e implementada tanto pela equipe de curativos, quanto pela equipe de ostomia”, detalhou a enfermeira Fabiana Fernandes dos Santos, profissional de saúde encarregada pela Saúde do Adulto na rede de atenção básica de Marília.

A equipe de ostomia atende e ampara pessoas que usam bolsa de colostomia. “Todo o aperfeiçoamento inclui não só técnicas, mas produtos modernos, além de novos insumos e novos materiais”, explicou a enfermeira Fabiana Fernandes dos Santos.

Um dos frutos desta nova abordagem e da introdução de medicamentos mais eficazes pôde ser conferido no paciente da UBS Santa Antonieta.

O município passou a aplicar nos curativos os novos métodos e novos insumos (novas coberturas) e, como resultado, obteve a cicatrização avançada da ferida em pouco mais de um mês e meio após o novo tratamento. “Em 45 dias a ferida profunda ficou quase cicatrizada e a vida do paciente, praticamente, agora é outra”, garantiu a enfermeira Helen Kendely, do Ambulatório de Feridas Crônicas.

Na segunda semana de fevereiro, na sede da Secretaria Municipal de Saúde de Marília, os profissionais do ambulatório – composto por enfermeiras e técnicos de Enfermagem  com capacitação em estomaterapias – participaram de treinamento, recebendo instruções sobre abordagens mais eficazes em curativos e novos procedimentos.

“O ambulatório da Secretaria Municipal de Saúde atende ostomizados, pacientes que sofrem com feridas, pacientes com problemas vasculares que acabam gerando ferimentos, além de pessoas acamadas que desenvolvem úlceras de pressão”, informou a enfermeira responsável pela Saúde do Adulto, Fabiana Fernandes dos Santos. Ao todo, foram oferecidas 10h de capacitação sobre as novas tecnologias.

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