O Tribunal de Contas do Estado de São Paulo (TCE-SP) questionou a Prefeitura de Marília nos últimos dias sobre a contratação emergencial da empresa Peralta Ambiental Importação e Exportação Ltda no final do ano passado.
O contrato teve duração de seis meses pelo preço de R$ 8,7 milhões para prestação de serviços de coleta e transporte de resíduos sólidos domiciliares, comerciais, de varrição e de operação de estação de transbordo.
O Ministério Público do Estado inclusive abriu um inquérito em dezembro de 2018 para investigar a possibilidade de “emergência fabricada” na contratação da empresa.
O contrato com a Peralta terminou no último dia 15 deste mês e no mesmo dia o secretário municipal do Meio Ambiente e de Limpeza Pública, Vanderlei Dolce, publicou a dispensa de licitação para contratar uma nova empresa, a Revita Engenharia S.A pelo valor de R$ 5,7 milhões.
O questionamento feito pela conselheira Cristiana de Castro Moraes é sobre o contrato que já terminou e não sobre o novo. O documento foi assinado por ela no dia 18 de junho, mas publicado no Diário Oficial nesta terça-feira (25).
O departamento de fiscalização do TCE-SP apontou “justificativas insuficientes para a realização de contratação por dispensa de licitação” e “preço não compatível com o mercado”.
A conselheira notificou o prefeito Daniel Alonso (PSDB) e representantes da Peralta para manifestarem-se sobre a situação. O Ministério Público de Contas também foi notificado para ciência dos fatos.
Sacolinhas plásticas voltam a ser assunto em Marília (Foto: Alcyr Netto/Marília Notícia) O Ministério Público…
Destroços sendo retirados da AABB em Marília para prosseguimento das investigações (Foto: Carlos Rodrigues/Marília Notícia)…
Kevin Zorzela defende melhor marca do salto em distância em sua categoria há três anos…
Uma idosa de 86 anos foi vítima de roubo dentro da própria residência na noite…
Futura Transversal Radial Leste vai interligar a zona leste (Reprodução: Prefeitura de Marília) A Prefeitura…
This website uses cookies.