A taxa de investimento do País subiu a 19,2% do PIB em 2021, maior patamar desde 2014, segundo o IBGE. No entanto, parte relevante da melhora pode estar inflada por um aumento maior nos preços dos bens de capital do que nos preços da economia como um todo, o que lança dúvidas sobre a força dos investimentos para puxar o crescimento econômico.
Um estudo do Ibre/FGV já havia demonstrado que, no 3.º trimestre do ano passado, enquanto a inflação geral acumulava aumento de 9,9% em um ano, os investimentos medidos pela Formação Bruta de Capital Fixo (FBCF, cálculo dos investimentos no PIB) tinham encarecido 15,3%.
Outros dois fenômenos ocasionais também estariam por trás desse crescimento. Um é a internalização abrupta das plataformas de petróleo, por conta de uma operação apenas contábil: a mudança no Repetro, que permitiu a empresas transferirem o título de propriedade desses equipamentos de subsidiárias no exterior para a sede brasileira. O segundo foi o forte crescimento dos investimentos em tratores e outras máquinas agrícolas, e em caminhões e ônibus, ambos muito influenciados pelos preços internacionais de commodities.
“Temos de ter um pé atrás com essa alta na taxa de investimentos Ela não quer dizer que estamos com uma economia pujante”, disse Ricardo Barboza, pesquisador do Ibre/FGV.
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