Um mês depois da descoberta da variante Ômicron do coronavírus na África do Sul, o número de casos na província de Gauteng – epicentro do surto sul-africano – começou a desacelerar, disseram nesta quarta-feira, 22, cientistas que coordenam a resposta à pandemia no país. Além disso, segundo os médicos, o impacto das infecções foi menos grave que em outras ondas, apesar de ainda não haver dados científicos que garantam que a Ômicron seja menos grave que outras versões do vírus.
Ainda de acordo com os cientistas do Instituto Nacional de Doenças Transmissíveis (NICD, na sigla em inglês), a curva de contágios começou a desacelerar num tempo mais curto que os surtos das variantes Delta e Beta, num provável indício de que, por ser mais contagiosa, a Ômicron também retrocede mais rápido.
Dados indicam que a média diária de casos em Gauteng caiu pela metade, de 10 mil no início do mês, para 5 mil na última semana.
O porcentual de testes que retornam positivos também começou cair, segundo a diretora do NICD, Michelle Groome.
“Temos observado isso na última semana e sentimos que passamos o pico dos contágios em Gauteng”, disse a cientista, que destacou sinais de que o surto está desacelerando em outras três províncias sul-africanas: Limpopo, Noroeste e Mpumalanga.
No resto do país, no entanto, onde a variante chegou depois de Gauteng, os casos seguem subindo.
Videomonitoramento do trânsito será ampliado na cidade pela Emdurb (Foto: Alcyr Netto/Marília Notícia) A Empresa…
Um boletim de ocorrência por perturbação do sossego foi registrado na Central de Polícia Judiciária…
Jolando Gatto já havia denunciado a falta de equipe de bombeiros no Aeroporto de Marília…
Um homem de 54 anos, em situação de rua, procurou a Central de Polícia Judiciária…
Dois homens, de 49 e 37 anos, foram presos em flagrante na manhã deste sábado…
TOR apreendeu drogas que estavas escondidas no porta-malas e no assoalho de carro estacionado em…
This website uses cookies.