Assembleia realizada na noite de ontem (8) em frente à Prefeitura / Foto: Gabriel Tedde
Os servidores públicos municipais decidiram em assembleia realizada na noite de ontem (8), em frente à Prefeitura, entrar em greve a partir da próxima quinta-feira (14).
Os trabalhadores de maneira unânime não aceitaram os 4,5% de reajuste salarial propostos pelo prefeito Vinicius Camarinha (PSB). Eles reivindicam pelo menos 8,42% de reposição salarial, para fazer frente às perdas com a inflação.
Segundo o Sindimmar (Sindicato dos Trabalhadores nos Serviços Públicos Municipais de Marília), os servidores deverão adotar todos os trâmites legais, tais como manter 30% dos serviços essenciais e avisar a Prefeitura sobre a greve na próxima segunda-feira (11). Os serviços considerados essenciais são: saúde, educação, coleta de lixo e abastecimento de água.
Servidores votam pela greve em Marília / Foto: Gabriel Tedde
Projeto de Lei
Sem esperar a decisão dos servidores, Vinicius Camarinha já elaborou um Projeto de Lei concedendo os 4,5% de reajuste salarial e o enviou para a Câmara. A matéria será votada na próxima sessão de segunda (11).
Em discurso na assembleia, o presidente do sindicato dos servidores, Mauro Cirino, disse que os trabalhadores devem agora pressionar os vereadores para que eles rejeitem o projeto de lei. “O prefeito foi covarde e jogou a ‘bomba’ para os vereadores. Ele não nos respeita e nem nos ouviu. Segunda temos que cobrar os vereadores”, disse Cirino.
Cerca de 300 servidores compareceram na assembleia de ontem (8) / Foto: Gabriel Tedde
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