Após 62 dias de greve, os servidores do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) assinaram na segunda-feira, 23, no Ministério do Trabalho e Previdência, um acordo para encerrar o movimento paredista. Com isso, a categoria voltou ao trabalho nesta terça-feira, 24, informou a Federação Nacional dos Sindicatos de Trabalhadores em Saúde, Trabalho, Previdência e Assistência Social (Fenasps).
Pelo acordo, os grevistas terão até 30 de junho para compensar as horas não trabalhadas.
Além disso, o Ministério do Trabalho e Previdência se comprometeu a enviar à Casa Civil, em até 30 dias, uma proposta de Medida Provisória (MP) ou projeto de lei em regime de urgência para tornar a carreira como típica de estado.
A proposta deve estabelecer como critério mínimo de admissão para o cargo de técnico o nível superior de escolaridade.
Caso o governo conceda reajustes salariais diferenciados, a Pasta também se comprometeu a pleitear o mesmo porcentual para os servidores do INSS.
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