Apesar do calendário sem votações durante a Copa, os parlamentares continuarão recebendo integralmente os salários de R$ 26,7 mil e mais os benefícios. As convenções partidárias que oficializarão os candidatos às eleições de outubro são outra desculpa apresentada pelos parlamentares para não comparecerem ao Congresso.
As votações devem voltar a ocorrer em 1º de julho, mas não há garantias de que as matérias legislativas serão analisadas porque as sessões podem ser esvaziadas durante os jogos finais da Copa. E as sessões de quintas-feiras tradicionalmente não alcançam quórum necessário para votação nem em épocas normais, pois neste dia os parlamentares costuma retornar a seus Estados.
Com o encerramento da Copa, em 13 de julho, o Congresso terá apenas quatro dias antes do começo do recesso no dia 18. A tendência é que atividade legislativa mantenha-se enfraquecida porque mesmo após o fim do recesso nos três meses que antecedem as eleições (agosto, setembro e outubro), pois parte dos parlamentares estará dedicada a sua candidatura e de partidários, no chamado “recesso branco”.
Via: UOL
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