FR12 SÃO PAULO - SP - 11/12/2017 - NACIONAL - FÓRUM ESTADÃO - REFORMA DA PREVIDÊNCIA - Fórum Estadão sobre a Reforma da Previdência, as questões-chave para a aprovação e a implementação.Na foto Wellington Moreira Franco (Ministro-chefe da Secretaria Geral da Presidência da República. FOTO: FELIPE RAU/ESTADÃO
O ministro de Minas e Energia, Moreira Franco, afirmou que a campanha do ex-ministro da Fazenda Henrique Meirelles (MDB) ao Palácio do Planalto seria “uma farsa” sem a defesa do legado do presidente Michel Temer – cujo governo tem índices de rejeição acima dos 82%, de acordo com pesquisa Datafolha divulgada no início do mês.
“Isso é estratégia de comunicação. Mas é claro (que Meirelles deveria defender legado), porque, se não, seria uma farsa. O primeiro princípio de um candidato crível é ser fiel à sua biografia”, disse Moreira em entrevista ao Estadão/Broadcast.
Para o ministro, Meirelles ainda pode “adquirir” as características necessárias para conquistar protagonismo na disputa. Estacionado em 1% das intenções de voto, Meirelles tem viajado e conversado com diretórios do MDB para ganhar apoio no próprio partido. No diagnóstico do governo, porém, ele ainda não conseguiu desencarnar do posto de chefe da equipe econômica nem se apresentar como candidato.
Segundo Moreira, a definição da candidatura do MDB à Presidência será na convenção nacional – entre o fim de julho e início de agosto. “Meirelles está percorrendo o Brasil inteiro. Aliás, de todos os candidatos é o que está mobilizando o partido nacionalmente. O partido quer ter candidato. A base quer ter candidato”, disse.
‘Disposição’
Para o ministro, os eleitores não veem um caminho confiável, que mobilize e provoque adesão. O cenário, segundo ele, impõe aos candidatos um “protagonismo que exige uma personalidade de muita disposição”. “O candidato tem que se organizar para ser candidato. Veja que na eleição passada tivemos plástica, dentes novos, penteado excepcional, vestuário adequado. Ou seja, isso é fruto desse ambiente de espetacularização”, afirmou, numa referência indireta à presidente cassada Dilma Rousseff (PT), que encabeçou a chapa vencedora e tinha Temer como vice. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
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