A cidade está autorizada a receber o 5G desde o dia 2 de maio deste ano (Foto: Alcyr Netto/Marília Notícia)
Com nota 3,5, Marília ficou na 51ª colocação no Ranking das Cidades Amigas do 5G (Foto: Alcyr Netto/Marília Notícia)
Marília ainda não recebeu o sinal mais avançado tecnologicamente em telefonia, mas ocupa a 51ª posição na 7ª edição do Ranking das Cidades Amigas do 5G. O estudo tem o objetivo de identificar, entre os 155 maiores municípios brasileiros, aqueles que mais estimulam a oferta de serviços de telecomunicações no país.
O levantamento divulgado recentemente leva em consideração políticas públicas que promovam a instalação de infraestrutura necessária à expansão destes serviços. Assim, o ranking das Cidades Amigas do 5G substitui o Cidades Amigas da Internet.
Com nota 3,5, Marília aparece na 51ª colocação. É a primeira vez que a cidade conseguiu pontuação para entrar na pesquisa, que começou a ser feita em 2016.
O estudo foi desenvolvido com análise teórica da legislação pela Teleco e pesquisa realizada com as prestadoras da Conexis, que permitem que os municípios verifiquem o seu status e identifiquem os pontos que requerem aprimoramentos.
Uma melhor posição no ranking significa que o município está melhorando o acesso à internet do cidadão e trazendo investimentos para o município. Para a composição do ranking são avaliadas as restrições, burocracia, prazo, onerosidade e efetividade para a implantação de Estações Rádio Base (ERBs) e Redes (subterrâneas ou aéreas).
No quesito implantação de ERBs, Marília ficou em 54º lugar com nota 3,4. Já em relação às instalações de redes, o município ocupou a 50ª posição, com nota 4,0. A soma das notas garantiu à Marília o 51º lugar geral do ranking.
CRITÉRIOS
O ranking considera as ações de autorização para instalação em até 60 dias; a criação de um “balcão único” para recebimento de solicitações feitas em um órgão da Prefeitura; prazo de validade da licença — de operações — não inferior a dez anos; valores das taxas de licenciamento razoáveis e condizentes com custo do processo de licenciamento; e processos e documentação claramente definidos.
O levantamento avaliou a burocracia enfrentada pelas empresas para instalar antenas como a necessidade de fazer a solicitação em mais de um órgão municipal, o prazo para a instalação e o custo.
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