Marília

Saúde confirma mais quatro casos de dengue em Marília

Saúde confirma mais quatro casos de dengue; moradores são das regiões norte e sul. (Foto: Júlio César de Carlis)

Apesar da queda de 85% no número de casos positivos em relação a 2016, o risco de transmissão da dengue não pode ser ignorado. A Vigilância Epidemiológica da Secretaria Municipal da Saúde confirmou, nesta terça-feira (19), quatro casos em uma semana. Em 2017, o total de moradores atingido soma 59.

O controle da doença, alertam especialistas, depende da combinação entre ações de combate do município e colaboração da população.

Os quatro casos mais recentes foram registrados no Jardim Julieta e Jânio Quadros (zona norte) e Planalto e Vila Real (zona sul). As outras três regiões do município, incluindo o centro, também tiveram casos nas últimas semanas.

“O risco de transmissão na cidade é praticamente uniforme. Evidente que a maioria dos novos casos tende a surgir nas áreas mais populosas, mas o vetor está por toda a cidade e nesta época do ano, sua reprodução é favorecida pelo clima. Por isso a importância de eliminar criadouros”, alerta Alessandra Arrigoni Mosquini, supervisora da Vigilância Epidemiológica em Marília.

O município trabalha com estratégias diversas, como a visita dos agentes aos sábados e horários diversificados, para que os moradores sejam encontrados. Atua também no bloqueio de nebulização no imóvel e imediações, sempre que um caso é confirmado, conforme protocolo do Ministério da Saúde.

DENGUE MATA

É importante lembrar que a dengue pode matar. Na manifestação clássica, os sintomas são febre alta com início súbito, dor de cabeça, dor atrás dos olhos, perda do paladar e apetite, náuseas e vômitos, tonturas, extremo cansaço, manchas e erupções avermelhadas na pele, moleza e dor no corpo, além de dores nos ossos e articulações.

O agravamento, com risco de morte é indicado pelos seguintes sintomas: dores abdominais fortes e contínuas; vômitos persistentes; pele pálida, fria e úmida; sangramento pelo nariz, boca e gengivas; sonolência; agitação e confusão mental; sede excessiva e boca seca; pulso rápido e fraco; dificuldade respiratória e perda de consciência.

Em 2017, conforme a Secretaria Municipal da Saúde, não houve nenhum óbito confirmado pela doença. Não há notificações de zika e chikungunya.

Amanda Brandão

Recent Posts

MP-SP pede pronúncia de homem que matou mulher e enterrou no quintal

Bombeiros e policiais civis escavando quintal em busca do corpo da vítima (Foto: Alcyr Netto/Marília…

18 horas ago

Operação Cata-Treco atende quatro bairros de Marília a partir desta segunda

Ação começa segunda e atende Acapulco, Araxá, Mirante e São Gabriel (Foto: Divulgação) A Prefeitura…

18 horas ago

Presidente da Câmara destaca 22ª obra e avanços na saúde em pouco mais de um ano

Danilo da Saúde celebra a transformação da rede municipal, sob nova gestão (Foto: Divulgação/Assessoria de…

19 horas ago

‘Ser para servir’: nova primeira-dama fala sobre propósito e vida em Marília

Tássia Camarinha fala sobre fé, empreendedorismo e atuação no Fundo Social de Marília e diz…

20 horas ago

Mulheres transformam maternidade atípica em luta por inclusão

Integrantes da Amandim lutam pelos direitos dos filhos autistas em Marília (Foto: Arquivo Pessoal) Em…

21 horas ago

Transmissão de futebol como ferramenta de desenvolvimento

Transmissões de futebol e impacto no desenvolvimento social (Foto: Divulgação) Transmissão de futebol como ferramenta…

1 dia ago

This website uses cookies.