Marília

Saúde capacita servidores para práticas em manipulação de alimentos

Curso foi ministrado por Luciano Rocha Villela, supervisor da Vigilância Sanitária de Marília.

Mais de 200 atendentes escolares que, entre suas atribuições, têm a responsabilidade do preparo da merenda escolar, participaram de uma capacitação, promovida em parceira com a Secretaria Municipal da Saúde, sobre boas práticas em manipulação de alimentos. O treinamento incluiu o Banco de Leite Humano de Marília, que deu orientações sobre o aleitamento materno.

A Coordenadoria de Alimentação Escolar de Marília, vinculada à Secretaria Municipal da Educação, gerencia um sistema que serve 37.292 refeições por dia. O serviço abrange Emeis (Escolas Municipais de Ensino Infantil), Emefs (Escolas Municipais de Educação Fundamental) e também escolas estaduais, por meio de convênio.

As carnes e os hortifrutis são entregues semanalmente pelos fornecedores direto nas escolas. Cada estabelecimento é responsável pela conservação dos itens. Por isso a importância da capacitação dos atendentes que irão manipular e servir.

Importante salientar ainda que pelo menos 1/4 dos funcionários participantes foram contratados no concurso de 2018.

(Foto: Carlos Rodrigues)

QUALIDADE

A coordenadora de alimentação escolar do município, Maria Sidinéia Gomes Ragonha, é ex-diretora de escola e tem vasta experiência na área. Ela conta que a merenda de Marília inclui quatro tipos de carne (bovina, suína, de peixe e de aves).

São priorizadas as necessidades de cada escola, através de cardápios adequados elaborados pelas nutricionistas. “O cardápio varia de acordo com a idade e o tempo que o aluno permanece na escola. Esse trabalho é acompanhado pelo Conselho de Alimentação Escolar”, explica.

MANEJO

(Foto: Carlos Rodrigues)

Luciano Vilella, que ministrou a capacitação a convite da Educação, enfatizou aspectos como segurança durante o trabalho, saúde e higiene dos funcionários, manipulação de alguns alimentos específicos, instalações físicas, utensílios e as principais doenças transmitidas por alimentos.

“Foi uma interação muito positiva. Pelo conhecimento dos servidores, observamos que eles já têm um bom nível de informação sobre os temas que apresentamos, porém sempre surgem dúvidas que buscamos sanar à luz das normativas e legislações da Vigilância Sanitária”, destacou o supervisor.

A presidente do Conselho de Alimentação Escolar, Patrícia Felicíssimo Pereira, representa o controle social. Ela lembra que o conhecimento empodera o servidor e dá mais segurança aos pais.

“Todos nós somos impactados pela qualidade desse sistema. Tivemos muitas mudanças positivas na Coordenadoria de Alimentação. O trabalho que está sendo feito é de fortalecimento, com base na participação de todos, unindo escola e família”, finalizou a presidente.

Amanda Brandão

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