Auxiliar de enfermagem Cristielen Hernandes, da “Ala F”, explica o questionário para a dona de casa Sônia Izepi (Foto: Divulgação).
Criada para receber, encaminhar, apurar e responder todas as manifestações sobre os serviços da Santa Casa de Marília, a Ouvidoria do hospital apontou elevada taxa de satisfação em 2016.
A instituição termina o ano com média mensal de 98,17% de satisfação do usuário. Os contatos com a ouvidoria podem ser feitos pelo telefone 3402-5555 (ramal 5562), e-mail ouvidoria@santacasamarilia.
Entre outros fatores, o fortalecimento do serviço foi uma conquista alcançada com a implantação do Programa de Revitalização dos Hospitais Filantrópicos – CPFL/Cealag, que apoiou a gestão do hospital na sistematização e revisão de vários processos de trabalho.
O serviço foi criado em 2010 e estimula pacientes internados ou atendidos em ambulatórios, acompanhantes e demais usuários, a preencherem o questionário de avaliação. A manifestação pode ser identificada ou anônima. Quando a pessoa fornece nome e telefone de contato, recebe, em até dez dias, uma devolutiva dos ouvidores.
Deborah Milani, encarregada do setor, explica que as reclamações, queixas objetivas, sugestões e também elogios são compartilhados com as equipes durante o colegiado de líderes, gerentes e encarregados, promovendo valorização dos funcionários. As eventuais inconformidades também são apresentadas nas reuniões e tratadas de forma técnica, para correção.
“Com participação dos usuários, podemos fazer um diagnóstico isento do nossos serviços. A diretoria do hospital tem respaldado as intervenções em tudo quanto é possível. Dessa forma, avançamos em nossa hotelaria, temos feito sugestões de treinamento e fortalecido a comunicação entre os colaboradores”, disse Deborah.
INCENTIVO
Ela destaca ainda o papel das equipes de enfermagem e demais colaboradores, em apoio a ouvidoria. A auxiliar de enfermagem Cristielen de Oliveira Hernandes Santos, da “Ala F”, já compreendeu a importância de sua participação e sempre estimula o preenchimento do questionário. “Nos esforçamos para fazer o melhor pelo paciente e seus acompanhantes, por isso, temos que estimular. O bom atendimento vai ser relatado”, acredita.
Acompanhante de paciente na ala, a dona de casa Sônia Solange Nhoque Izepi, aderiu à ferramenta. “A gente tem que participar. Se tem alguma sugestão a fazer, se sentir que algo não está bom o suficiente, tem que se manifestar”, defende.
A encarregada do serviço reforça os canais. “Além de depositar o questionário nas caixas lacradas disponíveis no hospital, também estamos à disposição para atendimento pessoal, por telefone ou pela internet, pelos meios já citados. Quanto mais participação, melhor”, finaliza Deborah Milani.
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