Retorno na SP-294 será fechado pela concessionária Eixo (Foto: Alcyr Netto/Marília Notícia)
Trânsito intenso na SP-294 em Marília (Foto: Alcyr Netto/Marília Notícia)
A Rodovia Comandante João Ribeiro de Barros (SP-294), com trecho que passa pela área urbana de Marília – conhecida popularmente como Rodovia do Contorno -, já registrou 66 mortes desde janeiro de 2015 até agosto de 2022. Somente neste ano foram oito vidas perdidas, além de inúmeros acidentes, registrados praticamente todas as semanas.
Segundo dados do Infosiga, todo o perímetro urbano de Marília já registrou 17 óbitos no trânsito entre janeiro e agosto de 2022, sendo oito deles no trecho da rodovia Comandante João Ribeiro de Barros, que contorna a cidade. De janeiro a dezembro do ano passado foram sete mortes.
No total, a cidade contabilizou 123 acidentes sem óbitos neste ano, contra 125 no mesmo período do ano passado.
Além do fluxo de veículos que trafegam pela própria rodovia, vindos da região de Bauru ou Tupã, a SP-294 também recebe os veículos que chegam pelas rodovias Dona Leonor Mendes de Barros e rodovia Rachid Rayes (ambas SP-333).
Os motoristas que trafegam pela Transbrasiliana (BR-153) – da região de Ourinhos – ou que chegam vindos de São José do Rio Preto também passam pela SP-294. Existe ainda o fluxo que aproveita a rapidez da pista para deslocamento entre as regiões da cidade, principalmente nos horários de pico, entre 7h e 8h e entre 17h30 e 18h30.
É grande o número de motociclistas que utilizam a rodovia, em alta velocidade, “costurando o trânsito” e colocando em risco as próprias vidas e de outros. O excesso de velocidade e a imprudência na direção são os principais motivos para acidentes.
Tombamento de caminhão na SP-294 em Marília (Foto: Alcyr Netto/Marília Notícia)
TOMBAMENTOS
Dois pontos da rodovia costumam registrar tombamentos de caminhão. Um deles, na conhecida “descida do HC”. O local sempre teve acidentes envolvendo caminhões, mas o trecho ficou mais perigoso desde a retirada de um radar, que obrigava os motoristas a manterem a velocidade de 80 quilômetros por hora.
Outro ponto que conta com um radar, mas costuma registrar tombamentos é no trecho de quem passa pela base da Polícia Militar Rodoviária e pega o viaduto para passar em frente à região que conta com universidades. Em pouco tempo foram dois tombamentos de caminhão no local, com vítimas sofrendo apenas ferimentos leves.
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