Esportes

Revezamentos do atletismo garantem mais 2 ouros para o Brasil

O atletismo brasileiro conquistou três medalhas de ouro nesta sexta-feira nos Jogos Pan-Americanos e chegou a cinco no total. As equipes de revezamento 4×100 metros rasos, masculina e feminina, e Ederson Vilela, nos 10.000m, subiram no lugar mais alto do pódio. Antes, Darlan Romani, do arremesso de peso, e Alison dos Santos, dos 400m com barreiras, já haviam sido campeões em Lima.

“Fomos muito bem. Sabíamos que tínhamos condições de ganhar a medalha, mas não sabíamos qual cor seria. Então viemos correr pelo ouro e me entregaram o bastão em ótimas condições para fechar a prova”, afirmou Rosângela Santos, que correu junto com Vitória Rosa (prata horas antes nos 200m), Lorraine Martins e Andressa Morais.

A experiente velocista explicou que o segredo do time é ter um ótimo entrosamento, principalmente nas passagens do bastão. “Estamos trabalhando muito para encaixar as melhores pessoas nas melhores posições”, disse. “Eu só falei para elas: ‘Me entreguem o bastão na frente'”, brincou, rindo.

No masculino, o quarteto que foi recentemente campeão no Mundial de Revezamentos, formado por Paulo André, Derick Souza, Jorge Vides e Rodrigo Nascimento, também chegou com uma distância confortável na frente. “Entramos confiantes. O tempo não foi o melhor, mas saímos felizes com a medalha de ouro”, explicou Rodrigo.

O Brasil foi bem nas trocas de bastão e chegou à frente de Trinidad e Tobago e dos Estados Unidos. “Viemos aqui defender nosso título e conseguimos. O pessoal entregou para mim na frente e eu consegui fechar bem a prova. Podem esperar um bom resultado nosso para os Jogos Olímpicos de Tóquio”, apostou Paulo André.

Quem também subiu ao lugar mais alto do pódio foi Ederson Vilela, que fez uma boa prova nos 10.000 metros do atletismo, disparando na última volta para vencer com tranquilidade. “Só vi que iria conseguir a vitória faltando uns 80 metros, quando olhei para o telão e vi que o americano não me pegaria mais”, comemorou.

“Estou em um bom momento na carreira, mas as provas de fundo não tenho grandes resultados internacionais porque a concorrência é muito forte, com quenianos. Mas estou subindo degrau por degrau e espero ter meu nome reconhecido um dia”, continuou o atleta, que em outubro vai disputar uma maratona e pretende conseguir o índice olímpico para essa prova em 2020.

Agência Estado

Recent Posts

Filho que baleou o pai se escondia em casa de professor preso por tráfico

Dois homens foram presos em flagrante na noite desta sexta-feira (23) durante uma ocorrência de…

7 horas ago

MAC estreia com empate diante do São Bernardo na Série A3

Lance do empate entre São Bernardo e Marília (Foto: Lucas Daquino/MAC) O Marília Atlético Clube…

7 horas ago

“Trump quer criar nova ONU”, declara presiente Lula sobre Conselho de Paz

“Está prevalecendo a lei do mais forte, a carta da ONU está sendo rasgada e,…

13 horas ago

Anvisa proíbe venda de azeite e suspende doce de leite e sal grosso

A agência, a empresa JJ-Comercial de Alimentos, que aparece no rótulo do produto como sua…

13 horas ago

Aplicativo SP Mulher Segura amplia proteção a vítimas de violência em São Paulo

Governo de SP aposta em aplicativo para fortalecer combate à violência contra mulheres (Foto: Divulgação)…

13 horas ago

Tradicional em Marília, saiba quem são os membros da família Dias Toffoli

Família Dias Toffoli; irmãos receberam o primeiro nome de José e as filhas, Maria (Foto:…

13 horas ago

This website uses cookies.