epa08693181 Sinovac's COVID-19 vaccine candidate CoronaVac are displayed at Sinovac Biotech during a government-organized media visiting in Beijing, China, 24 September 2020. Sinovac is a Chinese vaccine maker that is developing the COVID-19 vaccine candidate called CoronaVac. EPA/WU HONG
O índice de eficácia de 91% da Coronavac verificado em estudos clínicos na Turquia é resultado de uma análise preliminar dos dados feita com uma amostra de apenas 10% dos voluntários esperados, confirmou ao Estadão o pesquisador turco Murat Akova, investigador principal dos testes clínicos no país.
O dado de eficácia foi apresentado na véspera do Natal pelo ministro da saúde da Turquia e divulgado pela imprensa local sem muitos detalhes sobre a metodologia.
A apresentação ocorreu um dia depois de o Instituto Butantan, que desenvolve a Coronavac em parceria com a farmacêutica chinesa Sinovac, afirmar que não poderia divulgar seus dados por determinação da companhia asiática – que considerou haver diferença com dados de outros países. Nova análise deve ser concluída até dia 7.
Em entrevista por e-mail ao Estadão, Akova esclareceu que a eficácia da Coronavac na Turquia foi calculada a partir de uma análise interina (feita quando os testes ainda estão em andamento) com dados de 1.322 voluntários (a pesquisa vai recrutar ao todo 13 mil voluntários). Foram confirmados na amostra 29 casos de covid-19, dos quais 26 ocorreram no grupo que recebeu o placebo e somente 3 no grupo vacinado. “Foi uma análise interina feita por um comitê independente de revisão de dados”, afirmou o pesquisador, que também é professor da Escola de Medicina da Universidade Hacettepe.
No estudo do Brasil, do qual se sabe apenas que teve mais de 50% de eficácia, o número mínimo de infecções entre os voluntários que permitiria análise interina era de 64 casos, segundo informou o Butantan. Já a análise final só poderia ser feita com mais de 151 casos da doença. Atualmente, o estudo brasileiro já registrou mais de 170 voluntários contaminados. Pelas informações dadas por Akova, é provável que os dados do Butantã estejam mais próximos do índice final de eficácia já que a amostra brasileira é maior. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
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