Marília

Reforma de poli assinada em 2014 ainda não saiu do papel

Até hoje a reforma não saiu do papel (Foto: Marília Notícia/Arquivo)

Um contrato assinado em 2014 entre o então prefeito de Marília, Vinicius Camarinha (PSB), e o Ministério dos Esportes, para repasse de recursos destinados à reforma do Poliesportivo Santa Antonieta, na zona Norte, teve seu sexto aditivo publicado nesta terça-feira (29) no Diário Oficial do Município.

Até hoje, seis anos após, a obra não saiu do papel. O valor previsto no documento firmado entre município e Governo Federal, por intermédio da Caixa Econômica Federal, é de R$ 412,9 mil. A maior parte vem da União e o município deve arcar com R$ 71,7 mil de contrapartida.

O prazo inicial para conclusão era setembro de 2017, o primeiro ano da atual gestão, Daniel Alonso (PSDB). Em abril daquele ano, no entanto, foi assinado o primeiro aditivo contratual. Desde então, já foram pactuados outros adiamentos.

Em novembro do ano passado o Marília Notícia mostrou que uma tentativa da Prefeitura em contratar uma construtora para executar o serviço acabou frustrada.

A administração municipal revogou a licitação vencida pela empresa LNF Construções e Pintura Eireli que não apresentou as documentações previstas no edital.

Ela deixou de comprovar a capacidade técnico profissional, quanto aos itens poste concreto e poste telecônico, segundo a Prefeitura.

Em outubro deste ano foi publicado o resultado de um novo certame com o mesmo objetivo. A empresa EPC Construções vai receber R$ 315,1 mil pelo fornecimento de material e mão de obra.

O prazo para execução é de 150 dias – cinco meses – após a ordem de serviço com garantia do trabalho por cinco anos. Estão previstas adequações em banheiros, campo de bocha, portaria, quadra e playground.

Na gestão passada foram feitos dois anúncios de início das obras, que também não foram para frente. Um deles em 2014 e outro em 2016.

O MN  já denunciou o problema do abandono dos poliesportivos e outras áreas de lazer pela cidade em diversas ocasiões. Muitos deles acabaram ocupados por moradores de rua e se tornando espaço de uso de entorpecentes.

Leonardo Moreno

Leonardo Moreno é jornalista e atualmente cursa Ciências Sociais. Vê o jornalismo de dados como uma importante ferramenta para contar histórias, analisar a sociedade e investigar o poder público e seus agentes.

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