“É possível (que fique para 2019). Vai depender um pouco de quanto terminar a intervenção no Rio”, afirmou, lembrando que, enquanto durar a intervenção, o Congresso Nacional não poderá aprovar emendas constitucionais, como a da reforma da Previdência. Pelo decreto editado pelo presidente Michel Temer, a intervenção, a princípio, vai durar até 31 de dezembro deste ano.
“Esperamos que a reforma possa ser votada ainda este ano, mas evidentemente que a situação de segurança no Rio é de tal seriedade, e com um problema que vinha se agravando há muitos anos, que chegou o momento em que o governo teve que intervir e colocou isso como uma prioridade. Mas a reforma da Previdência continuar sendo prioridade absoluta, tão logo terminada intervenção, vai ser votada”, acrescentou o ministro.
Meirelles afirmou que a não votação da reforma foi um dos principais motivos que provocaram o rebaixamento da nota de crédito do Brasil pela agência de classificação de risco Fitch, anunciada nesta sexta. “Existia uma expectativa de aprovação no ano passado, que, de fato, não foi possível, não foi viável, mas que é a dinâmica normal parlamentar e etc. O Brasil vive numa democracia, o Congresso é soberano”, declarou.
Entrega foi realizada pelo Ministério da Saúde (Foto: Divulgação) A Prefeitura de Marília recebeu nesta…
Competição segue até o dia 22 de março, com outros atletas marilienses (Foto: Divulgação) Os…
Obras são conduzidas pela Secretaria Municipal de Infraestrutura (Foto: Divulgação) A Prefeitura de Marília realiza…
Medida atende moradores do novo loteamento (Foto: Divulgação) A Empresa Municipal de Mobilidade Urbana de…
O Instituto de Previdência do Município de Marília (Ipremm) abriu inscrições para o Grupo de…
Novo espaço deve ser entregue no próximo dia 28 de março (Foto: Divulgação) A Prefeitura…
This website uses cookies.