Polícia

Redes sociais têm denúncia de assediadores na zona Oeste

Algumas mulheres têm denunciado casos de assédio e perseguição em ruas do Campus Universitário, na zona Oeste de Marília.

De acordo com relatos que circulam nas redes sociais, um grupo de homens tentou colocar à força uma estudante em um carro durante a noite de quarta-feira (15).

O caso ocorreu por volta das 20h, quando a vítima estava indo para a universidade. Ela foi interceptava pelo grupo de rapazes em um carro, Hyundai HB20 branco, na rua Manoel Santos Chieira.

Conforme o relato, a vítima começou a gritar e foi ajudada por outras mulheres que passavam pela calçada. Uma viatura da Polícia Militar passava pelo local e acabou assustando os agressores.

Ainda conforme a denúncia, policiais militares tentaram seguir o carro, mas não conseguiram alcançar os suspeitos, que tomaram rumo desconhecido. O caso é mais um entre os diversos relatos de mulheres que já sofreram perseguição, assédio e violência naquela região.

Outras estudantes afirmaram que “o motorista do HB20” já tentou intimida-las em outras ocasiões. O motorista costuma seguir mulheres no caminho da faculdade para a casa. A perseguição envolve gritos de ofensas e até ameaças de abuso e assédio, de acordo com as vítimas.

O relato sobre o motorista do HB20 gerou indignação nas redes sociais e muitas pessoas compartilharam a denúncia.

O Marília Notícia questionou a Delegacia de Defesa da Mulher (DDM) de Marília sobre o caso. A delegada Viviane Boacnin Yoneda Sponchiado afirma que a Polícia Civil ainda não foi procurada formalmente.

“Ainda não recebemos tal denúncia, aparentemente a vítima não procurou a polícia para registrar os fatos. Assim que eventual crime é denunciado, a Polícia Civil inicia o trabalho de apuração”, afirmou.

O registro do Boletim de Ocorrência é fundamental para início da investigação e identificação dos criminosos.

Os investigadores utilizam informações como o número da placa do carro e  imagens de câmeras de videomonitoramento para identificar os envolvidos.

É importante tentar decorar pelo menos os números da placa, informar as características dos autores e identificar o nome da rua e, ao menos aproximadamente, o numeral onde as perseguições aconteceram.

Relato divulgado no Facebook. (Foto: Reprodução Web)

 

Brunno Alexandre

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