“Não tenho dúvidas que isto tem dado aos bebês mais segurança, deixando-os mais calmos, tranquilos e mais receptivos aos manuseios médicos”, garante a médica neonatologista da ABHU de Marília, Jordana Domingues, que passou a adotar a técnica pioneira no interior do Estado de São Paulo há um mês.
“As redinhas colocadas nas incubadoras fazem com que os bebês reajam melhor a recuperação necessária”, afirmou. Através de uma iniciativa da auxiliar de enfermagem, Maria Aparecida Castro Boscateli, há 14 anos como funcionária da ABHU, ela produziu as pequenas “redes de dormir”, de flanela, e juntamente com a equipe médica da maternidade, foi feito um teste com um bebê que se mostrava irritado.
Ao colocarem o recém nascido na “rede de dormir”, suspensa dentro da incubadora, observaram de forma imediata a reação calma e tranquila do bebê. “Foi algo mágico”, recordou a médica Jordana Domingues que garante o estado de conforto do bebê, que estando muito próximo da posição fetal, tornam-se mais estável e passa a recuperar peso com mais rapidez.
“Conheci essa técnica em Londrina, mas no Estado de São Paulo nunca ouvi falar”, disse a neonatologista da ABHU de Marília que acredita ser mais um passo para a intensificação dos procedimentos humanizados dentro da maternidade do hospital universitário.
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