Os ralos internos e externos representam 29% do total de recipientes com água parada encontrados em Marília. O número é referente ao último Levantamento rápido de índices para Aedes aegypti (Liraa), realizado em fevereiro deste ano.
Os agentes da Secretaria de Saúde encontraram 4.962 pontos de água parada espalhados por todas as regiões da cidade. Ao todo foram visitados 2.674 imóveis na cidade.
Até a sexta-feira passada (15) a cidade já contabilizava 106 casos positivos de dengue e a quantidade de reservatórios de água parada reforçam que a população precisa fazer sua parte.
Mas não adianta cuidar apenas nas áreas internas. O relatório obtido pelo Marília Notícia em consulta ao sistema da Sucen mostra que a maior parte dos ralos com água parada encontrados ficava em áreas internas (57%).
Depois dos ralos, as latas ou frascos plásticos são os recipientes com água parada encontrados mais frequentemente na vistoria, um total de 547. Em seguida aparecem os potes de consumo animal, com 490 ocorrências.
Também estão entre os pontos de água mais frequentes – e por isso exigem mais atenção dos marilienses – potes reutilizáveis, pratos, pingadeiras, garrafas retornáveis e descartáveis, vasos de plantas e lonas.
Do total de larvas do aedes encontradas pelos agentes, 30% delas estavam em pratos, latas e potes de consumo animal.
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