Cerca de metade dos brasileiros ainda não configurou limites para as transações feitas com Pix, embora 70% saibam que esse ajuste é possível. Os números são de pesquisa do C6 Bank, realizada em parceria com o Ipec. O levantamento, feito entre os dias 20 e 27 de maio, entrevistou 2.000 pessoas das classes A, B e C e com acesso à internet.
Entre os entrevistados, 47% ainda não ajustaram os limites de transferência. Os bancos e instituições financeiras permitem ajustes de acordo com o horário e o tipo de transação.
Os limites do Pix foram introduzidos pelo Banco Central em novembro do ano passado, como medida de segurança diante do aumento de crimes associados ao sistema. À época, a maior preocupação era com sequestros-relâmpago em que o cliente é obrigado a fazer transferências pelo sistema; agora, o setor financeiro se debruça sobre o aumento de roubos e furtos de celulares, muitas vezes seguidos de transferências de dinheiro, via Pix, para outras contas.
Segundo a pesquisa C6/Ipec, 36% dos brasileiros já definiram novos valores para as transferências com Pix, e 6% deles fizeram o ajuste para apenas um dos bancos que utilizam. Ao todo, 12% responderam não se lembrar.
“O ideal é que as pessoas ajustem os limites diário e noturno de transações com Pix para o menor valor possível, de acordo com seus gastos diários”, diz em nota José Luiz Santana, head de cibersegurança do C6. Os bancos permitem o ajuste dos limites em seus aplicativos.
O levantamento também perguntou sobre fraudes. Ao todo, quase 30% dos entrevistados afirmaram que outra pessoa já tentou fazer compras ou contratar serviços em seu nome.
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