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Quadrilha mariliense é condenada por tráfico de drogas; veja as penas

Nove integrantes de uma quadrilha conhecida como “Bonde da Pracinha”, foram condenados pela Justiça. Os homens foram acusados de comandar o tráfico de drogas na Vila Nova, na zona norte da cidade, em julho de 2013.

Outros três membros ainda foram absolvidos. A sentença foi assinada pelo juiz Décio Divanir Mazeto e atendeu em parte o Ministério Público (MP) que pedia a condenação de todos os envolvidos por tráfico de entorpecentes e formação de quadrilha.

Ronaldo Marques Ferreira, o “Patrão”, foi condenado pelos dois crimes e cumprirá 11 anos de prisão em regime fechado, além do pagamento de multa. Ele era considerado como o líder do esquema.

Veja as penas dos outros envolvidos:

  • Danilo da Rocha – 10 anos e seis meses de prisão.
  • Paulo Vitor Gerônimo da Cunha – 8 anos.
  • Josimar Benedito Marques Ferreira, o “Gu” – 8 anos.
  • Fabiano Freire da Silva, o “Boy Branco”  – 8 anos.
  • Julio César Biciana Terra, o “Gordão” – 3 anos.
  • Dagoberto Alexandre da Silva, o “Dago” – 4 meses de prestação de serviços à comunidade pelo delito de porte de drogas

Segundo reportagem do Jornal da Manhã na época, a quadrilha foi alvo de investigações por cerca de 90 dias. Nesse período, todas as “bocas de fumo” e pessoas que trabalhavam para o bando foram identificadas e catalogadas.

As investigações identificaram que a droga apreendida, cerca de dez quilos, era trazida de outra cidade. Todos os tijolos vinham embalados a vácuo para evitar a propagação do forte cheiro dos entorpecentes.

Em Marília, o entorpecente era refinado e armazenado em pinos. “O Bonde da Pracinha” empregava mais de 20 pessoas, entre eles adolescentes, e a venda de drogas acontecia durante todo o dia e arrecadava cerca de R$ 7 mil diariamente. O dinheiro da quadrilha vinha sendo utilizado para aquisição de bens.

A quadrilha era tão organizada que os “vendedores de entorpecentes” utilizavam uniformes. A camisa, na cor vermelha, trazia a identificação da quadrilha no peito. Segundo a Polícia Civil, a tática acabou facilitando o trabalho de identificação de seus integrantes. 

Com informações do Jornal da Manhã

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