Marília

Faxineiros são os mais contratados em Marília

Aproximadamente uma a cada três vagas de empregos formais criadas em 2017 em Marília dizem respeito ao cargo de faxineiro: a profissão que mais gerou postos de trabalho com carteira assinada no município no ano passado, com salário médio de R$ 1.101.

As informações são do Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados), do Ministério do Trabalho e Previdência). Com base no mesmo banco de dados, o Marília Notícia publicou matéria recente sobre a cidade entre os maiores geradores de emprego do país.

Do saldo positivo de todos os 1.473 empregos criados na cidade entre janeiro e dezembro passados (contratações menos demissões), em todas as profissões, 415 foram justamente referentes à ocupação de faxineiro. Foram admitidos 1.556 faxineiros com carteira assinada e demitidos 1.141.

O segundo lugar entre os cargos com melhor saldo na geração de emprego formal em Marília em 2017 é o de promotor de vendas, com bem menos contratações do que o primeiro colocado do ranking: 177 admissões a mais do que demissões.

Na terceira posição ficou a profissão de porteiro, onde foram contratados 159 a mais do que demitidos no município. A quarta ocupação na lista dos maiores saldos é de vendedor varejista, com 157 postos positivos de trabalho no período.

O quinto cargo com maior saldo na geração de emprego é de alimentador de linha de produção, com 154 novos postos de trabalho. Entre a segunda e a quinta posição no ranking positivo, a média salarial é de R$ 1.383.

Demissões

Na outra ponta do levantamento, a ocupação com o pior saldo de vagas formais de emprego no município em 2017 foi a de operador de máquinas de fabricação de doces, salgados e massas alimentícias.

Nessa função foram extinguidos 72 postos de trabalho com carteira assinada, resultado de 88 desligamentos e apenas 16 admissões. O salário médio é de R$ 1.556.

Montador de andaimes (saldo negativo de 42 postos de trabalho), cuidador de idosos (-38), técnico eletrônico (-38) e vendedor pracista (-35) ocupam entre o segundo e o quinto lugar no ranking nada bom das ocupações que mais demitiram.

Leonardo Moreno

Leonardo Moreno é jornalista e atualmente cursa Ciências Sociais. Vê o jornalismo de dados como uma importante ferramenta para contar histórias, analisar a sociedade e investigar o poder público e seus agentes.

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