Uma professora de 39 anos, que teoricamente deveria ser o exemplo de conduta, foi desmascarada por seu superior de ensino ontem (17) em Marília.
O homem é diretor em uma escola no bairro Nova Marília, zona sul da cidade. Ele desconfiou quando a professora forneceu um atestado médico válido por três dias.
Um dos campos do documento continha erro, o que motivou a suspeita. O diretor entrou em contato com a médica que assinou o atestado e descobriu que na verdade, a professora poderia faltar apenas um dia e não três.
O caso foi levado até a polícia, onde foi registrado um boletim de ocorrência de falsificação de documento particular.
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