Na escola, a diretora disse que o menino de dois anos apresentava uma lesão no pescoço. Informou também que já havia percebido outras lesões na criança e tentou orientar a família com relação a este fato.
O conselheiro tutelar apurou que as surras na criança eram frequentes. O menino é filho de uma mulher que reside em Ocauçu (38 quilômetros de Marília) e que deu à luz quando ainda era menor. Essa mulher acabou entregando o filho para a cunhada, uma dona de casa de 29 anos, moradora no bairro Marina Moretti, que tem a guarda provisória.
Ainda de acordo com o Conselho Tutelar, a criança é hiperativa. Em conversa, a dona de casa admitiu bater na criança por “não ter paciência mais” e disse que não quer mais a guarda do menino. O caso foi encaminhado para a Vara da Infância e Juventude que irá tomar as devidas providências.
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