Um professor de judô de 37 anos, levou duas facadas de sua esposa, uma trabalhadora autônoma da mesma idade, na residência onde o casal vive com os três filhos de três, oito e dez anos na zona Oeste de Marília. O caso aconteceu durante a noite de segunda-feira (26).
As facadas aconteceram durante uma briga do casal e a Polícia Militar foi chamada até a residência. Ali encontraram o professor sentado em um escritório com dois ferimentos no peito, um superficial e outro mais profundo.
A mulher estava trancada no quarto com os filhos e disse que há anos vem sendo humilhada pelo marido que a chama de “biscate, puta, vagabunda”. Naquela noite eles discutiram e o professor de judô foi para cima da mulher, segundo a versão dela.
Ele foi descrito como tendo 1,80 de altura e 120 quilos. A mulher disse ter certeza de que seria agredida. Ela então teria se apossado da faca para afastar o marido, que levou um golpe superficial, mas continuou avançando.
A mulher teria dado a segunda facada no tórax e o professor de judô se afastou. O delegado plantonista entendeu que, como a mulher parou de dar as facadas, mesmo podendo ter continuado, isso indicou que ela pretendia apenas se defender.
A faca foi apreendida e o caso registrado como “lesão corporal”. O homem esfaqueado não pôde dar sua versão no plantão policial, pois recebia atendimento médico no Hospital das Clínicas de Marília.
Segundo o boletim de ocorrência, ele não corria risco de morte, mas ficaria em observação. A perícia foi acionada até a residência, onde existiam marcas de sangue.
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