O Procon de Marília informou que deve acompanhar os preços dos combustíveis em Marília, que demonstraram uma grande oscilação na semana passada, principalmente no caso do etanol.
O valor cobrado pelo derivado da cana-de-açúcar chegou a R$ 2,80 em alguns pontos da cidade, mas dias depois o valor disparou para perto de R$ 3. Na comparação com março, o preço ficou quase R$ 0,40 mais caro.
Em entrevista ao Marília Notícia o coordenador do Procon, Guilherme Moraes, afirmou que a ajuda da população é fundamental para a atuação do órgão na identificação de aumento abusivo de preço.
Os consumidores devem guardar notas fiscais com valores pagos pelo litro antes e depois de aumentos súbitos.
Em seguida, o cidadão deve apresentar queixa formal na sede da Fundação, na avenida das Industrias, número 294, Palmital.
Aumento abusivo
O estabelecimento comercial é notificado e precisa apresentar documentos que justifiquem o aumento dos preços praticados. Caso haja recusa na apresentação dos documentos o empresário pode incorrer em crime de desobediência.
“Temos a possibilidade de questionar o posto de combustível a respeito do motivo sobre a alta do preço e verificar se foi abusivo. E isso tem que ser comprovado por meio de documentos”, afirma Guilherme.
“Os donos de postos afirmam que é a entressafra da cana e que isso aumenta os preços. Se for isso, tudo bem. O que não pode é um aumento exagerado sem justificativa”, comenta o coordenador do Procon.
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