Em entrevista à Rádio Tupi, Jorge afirmou que Eliza foi torturada e morta por asfixia na casa de Marcos Aparecido dos Santos, o Bola. Ela foi enrolada num lençol e colocada dentro de um saco lacrado antes de ser levada até o local. Jorge, que era menor na época do crime, contou que Macarrão estava junto e conhecia bem a região para onde o corpo de Eliza foi levado.
“Ela não foi esquartejada. Só cortaram a mão dela. O corpo ficou inteiro”, afirmou Jorge, acrescentando que o corpo foi transportado até ao cemitério clandestino no porta-malas de um EcoSport.
“O local fica próximo ao aeroporto. Antes de chegar ao local, passa um retorno, depois de três ruas, entra numa estrada de chão. É um lugar distante. Ela foi enterrada perto de um pé de coqueiro grande e único dentro do terreno. Mesmo se não tiver mais esse pé de coqueiro no local, eu sei onde ela (corpo de Eliza) está. O buraco onde ela foi enterrada foi feito por uma retroescavadeira para dificultar a localização do corpo”, afirmou Jorge.
Jorge disse que ficou segurando o bebê enquanto Eliza era assassinada. Ele disse que não tinha como correr para pedir ajuda. ” Eu estava em Belo Horizonte e não sabia que aquilo ia acontecer. Eu não conhecia aquele lugar. Como eu ia sair para pedir ajuda? Como eu ia sair do local correndo? Não pude fazer nada porque o Bola é um psicopata, mata fácil. Fiquei com medo de sair para pedir ajuda”, afirmou.
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