ADAA379 BSB - 23/11/2017 - STF / FORO - POLITICA Ministro Edson Fachin nO Supremo Tribunal Federal em sessão presidida pela ministra Carmen Lúcia retoma nesta quinta-feira o julgamento sobre a extensão do foro privilegiado. O tema deve ser o primeiro item da pauta, a partir das 14h, já que o ministro Edson Fachin solicitou o adiamento do julgamento do habeas corpus pedido pelo ex-ministro Antonio Palocci. A expectativa no caso do foro é que a Corte forme maioria pela restrição, mesmo que algum ministro peça vista. A tendência do STF é a de que prevaleça o entendimento defendido pelo ministro Luís Roberto Barroso, de que os políticos só terão direito ao foro privilegiado se o crime do qual forem acusados tiver sido cometido no exercício do mandato e for relacionado ao cargo que ocupam. No STF, em Brasilia. FOTO: ANDRE DUSEK/ESTADAO
Em nota divulgada na terça-feira, 27, a ministra Cármen Lúcia informou que determinou providências e autorizou que a segurança de Fachin em Curitiba também possa acompanhar seus familiares, determinando o aumento do efetivo de seguranças na equipe em atuação na capital paranaense. Embora seja desembargadora, a mulher do ministro do Supremo – assim como suas filhas e netos – não era acompanhada por escolta.
Em entrevista exibida na noite de terça na GloboNews, Fachin manifestou preocupação com a segurança de familiares. “Uma das preocupações que tenho não é só com julgamentos, mas também com segurança de membros de minha família.”
Além de ameaças sugeridas, o ministro vinha demonstrando desconforto com mensagens ofensivas recebidas por e-mail, que aumentaram após ele assumir a relatoria da Operação Lava Jato na Corte, em fevereiro do ano passado, depois da morte, em um acidente aéreo, do colega Teori Zavascki.
Com a repercussão sobre as ameaças contra Fachin, o diretor-geral da Polícia Federal, Rogério Galloro, ligou para o ministro na terça e colocou a instituição à disposição do magistrado. A reportagem que, na conversa com Galloro, Fachin afirmou que, no momento, não será necessária a abertura de uma investigação e que Cármen Lúcia já providenciou as melhorias necessárias para garantir a segurança da família do ministro.As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
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