A Prefeitura de Marília continua intensificando as ações de combate à dengue no município e esta semana iniciou a Borrifação Residual Intradomiciliar (BRI) Aedes nas unidades de saúde.
O trabalho, que começa sempre às 17h e está sendo executado pela equipe da Divisão de Zoonoses, reúne duas supervisoras de saúde – Pâmela Garcia e Talita Bastianik – e quatro agentes de controle de endemias – Rodrigo Onishi, Vinicius de Carvalho, Fernanda Fabri e Renan Scaliante.
Na segunda-feira (12), a BRI Aedes foi realizada na USF Jardim Renata e na USF Padre Nóbrega I e II. Nesta terça-feira (13), a ação ocorreu nas unidades do Aniz Badra e Figueirinha/1º de Maio. Para quarta-feira (14), o trabalho será na USF Vila Nova e USF São Miguel I e II.
O cronograma terá sequência na quinta-feira (15) nas unidades de Lácio e do São Bento. Para sexta-feira (16), será a vez das USFs Bandeirantes I e II e Jardim Marília. E a 1ª etapa da BRI termina na segunda-feira (19) com o trabalho nas unidades do Cavalari e do Jardim Flamingo.
A secretária municipal da Saúde, Paloma Libanio, destacou mais essa ação de combate à dengue. “A Prefeitura segue intensificando todas as ações e vem fazendo a sua parte, com o objetivo de evitar a proliferação do mosquito Aedes aegypti. Parabenizo aos nossos profissionais de saúde envolvidos em mais essa ação e voltamos a pedir o apoio da população, que precisa fazer a sua parte que é vistoriar as suas casas semanalmente e também permitir o acesso dos agentes para que eliminem os criadouros e façam o tratamento focal.”
BRI AEDES
A BRI Aedes é uma técnica de combate a mosquitos que consiste na aplicação de inseticidas com efeito residual em superfícies internas de imóveis, como paredes, com o objetivo de eliminar ou repelir os insetos que pousam ou descansam nesses locais. Essa técnica é utilizada principalmente para controlar o mosquito Aedes aegypti, transmissor da dengue, zika e chikungunya.
A BRI é uma solução segura para pessoas, pets e o meio ambiente. Além de sua eficiência no controle vetorial, ela funciona como uma barreira química que afasta os mosquitos, reduzindo os riscos de novas infestações.
O único cuidado que deve ser tomado, a partir da aplicação, é a não lavagem das paredes para que o inseticida continue atuando durante o tempo estimado, que é de até seis meses em ambientes internos.
Essa estratégia é especialmente eficaz em locais com alta circulação de pessoas durante o dia, ampliando a proteção comunitária.
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