O governo Daniel Alonso (PSDB) estuda medidas judiciais contra o Departamento de Água e Esgoto de Marília (Daem) após derrota na Câmara nesta segunda-feira (6). Vereadores não autorizaram a Prefeitura trocar poços profundos por abatimento de dívidas.
“Diante da incompreensão de alguns vereadores que votaram contra o citado projeto, a Prefeitura deve acionar judicialmente o Daem”, disse o assessor especial de governo, Alysson Alex Souza e Silva.
O objetivo seria “ressarcir o município com os custos em investimentos que a autarquia retira benefício em cobranças por meio de tarifa de água, inclusive do próprio município de forma injusta”.
O projeto de lei do Executivo, que não passou por um voto, pretendia transferir ao Departamento oito poços profundos perfurados com recursos da Prefeitura. A moeda de troca seria o fim de uma dívida de R$ 11,8 milhões de prédios públicos municipais.
Votaram contra os vereadores oposicionistas Danilo Bigeschi (PSB), Luiz Eduardo Nardi (Podemos) e Maurício Roberto (Progressistas).
O governo também não teve apoio de dois, dos três correligionários da Casa. José Luiz Queiroz e Wilson Damasceno, ambos do PSDB, já haviam questionado a transferência de patrimônio pelas dívidas, e confirmaram posição votando contra.
Como o site mostrou no final de maio, a situação financeira do Daem não é nada boa. O Departamento foi incluído no cadastro de maus pagadores pela Companhia Paulista de Força e Luz (CPFL) por conta de faturas em atraso que totalizam R$ 7,5 milhões.
O presidente da autarquia, André Ferioli, espera que a tarifa de água na cidade tenha reajuste neste segundo semestre.
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