Regional

Pompeia investe em atividades extracurriculares de futsal e vôlei

Crianças e adolescentes são preparados para competirem em alto nível (Foto: Divulgação)

Iniciativa da Secretaria Municipal da Educação de Pompeia (distante 35 quilômetros de Marília) começa a preparar crianças e adolescentes de cinco a 12 anos para competirem em alto nível nas modalidades futsal e vôlei, masculino e feminino, nas categorias mirim, pré-mirim e fraldinha.

Ao todo, cerca de 100 crianças da rede já começaram o treinamento esportivo como atividade extracurricular, ministrada pelo professor MK, efetivo da rede estadual e municipal, com experiência de 25 anos no treinamento de adolescentes e ótimos resultados em competições.

“A ideia é começar a trabalhar na base, buscando desenvolver as habilidades desde os pequenos para alcançar a alta performance e competitividade nas categorias mirim, pré-mirim e fraldinha que era onde nós nunca tivemos representantes. No juvenil, com os alunos do Cene e do 17 de setembro, sempre fomos bem, acredito que agora com esse investimento, a tendência é que o futuro seja ainda mais promissor, porque teremos atletas que chegarão já bem formados no ensino médio, aumentando nossas chances de conquistarmos muitas vitórias”, diz o secretário Adriano Nascimento.

As atividades tiveram início no começo de abril e ocorrem uma vez por semana, todas as quartas-feiras, com duas turmas de alunos. Uma turma das 17h às 17h50 e outra turma das 18h às 18h50.

A participação nas atividades extracurriculares é optativa, mas entra positivamente no histórico escolar do aluno. O convite para integrar os treinamentos ocorre internamente, em cada escola. Os pais que tiverem dúvidas podem entrar em contato com a Secretaria Municipal da Educação pelo telefone (14) 3452-2818.

Em breve serão iniciadas outras atividades extracurriculares. Aulas de dança e sapateado serão ministradas pela professora Jay Heldt, e também já está em andamento a preparação da atividade extracurricular de música, que tem três professores habilitados na rede municipal.

“A ideia principal é fazer com que os alunos que estão matriculados na rede e que não fazem parte do programa Tempo Integral também tenham acesso às oficinas do Tempo Integral. Através disso, queremos facilitar a inclusão das crianças que ficaram dois anos fora do contexto escolar. Por meio das atividades extracurriculares, as crianças percebem a importância da escola na vida, se sentem pertencentes, o que diminui os casos de evasão escolar, violência, e outros problemas com os quais lidamos. O esporte, a dança e a música vão ajudar as crianças a desenvolverem habilidades sociais, aumentando a tolerância, a disciplina, auxiliando a canalizar emoções negativas que decorreram do período longo de afastamento do ambiente escolar durante a pandemia. Isso certamente auxiliará no processo de aprendizagem”, conclui Nascimento.

Daniela Casale

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