Regional

Polícia prende trio com 432 kg de maconha na região

Polícia Rodoviária Federal e do Estado trabalharam juntas (Foto: Divulgação)

Em uma ação conjunta da Polícia Rodoviária Federal (PRF) e da Polícia Rodoviária Estadual (PRE), três pessoas acabaram presas por tráfico de drogas na madrugada desta terça-feira (26) na região. Cerca de 432 quilos de maconha foram apreendidos.

Um total de 588 tabletes de maconha estava escondido em um cafezal na cidade de Lupércio (distante 34 quilômetros de Marília). A droga foi localizada com a ajuda de um drone.

Foram indiciados por tráfico e associação para o tráfico Wellington Fernando Lima, 39 anos, Alevir Aparecido Rodrigues Junior, 36 anos, e Alan Silva, 26 anos.

Tudo começou no domingo (24), quando por volta das 18h30 um veículo Chevrolet Vectra desobedeceu uma ordem de parada dada por equipe da PRF de Ourinhos (distante 94 quilômetros de Marília).

Foi iniciada uma perseguição pela rodovia BR-153 até o trevo de Lupércio, onde o motorista acessou a SP-331 e os policiais perderam o automóvel de vista.

Droga estava escondida em cafezal (Foto: Divulgação)

Ontem (25), além da PRF, foram mobilizadas equipes da PRE que fizeram buscas por toda a região em que o automóvel Vectra havia desaparecido.

Policiais perceberam atitudes suspeitas no pátio de um posto de combustíveis em Lupércio e acompanharam a movimentação de alguns veículos que estavam estacionados por ali durante boa parte do dia.

Tais automóveis fizeram algumas saídas, inclusive indo na direção de em que o Vectra havia desaparecido. Durante uma dessas movimentações Wellington acabou detido, mas não levava nada de ilícito com ele.

Já Alevir e Alan foram detidos no cafezal, próximo de onde as drogas foram encontradas. Alevir confessou que o trio estava levando a droga para São Paulo e ele receberia R$ 250 pelo serviço. Alan e Wellington permaneceram calados.

Droga, veículos e celulares dos envolvidos foram apreendidos. Os três indiciados foram trazidos até a Central de Polícia Judiciária de Marília (CPJ) e passariam por audiência de custódia. Em seguida, poderiam ser encaminhados ao sistema prisional.

Leonardo Moreno

Leonardo Moreno é jornalista e atualmente cursa Ciências Sociais. Vê o jornalismo de dados como uma importante ferramenta para contar histórias, analisar a sociedade e investigar o poder público e seus agentes.

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