Moroni Siqueira Rosa atirou na vítima quando ela estava de costas
A Polícia Militar notificou o advogado Mauro da Costa Ribas Júnior para que apresente, no prazo de três dias, a defesa por escrito no Processo Administrativo Disciplinar (PAD), que apura a conduta do soldado Moroni Siqueira Rosa. O policial, atualmente preso no presídio militar Romão Gomes, é réu por homicídio durante um show, na festa de peão de Marília, no ano passado.
Conforme publicação no Diário Oficial do Estado de São Paulo (DOE-SP), nesta quarta-feira (2), o defensor não protocolou a peça de defesa dentro do prazo legal, que expirou em 24 de março.
Caso a documentação não seja apresentada dentro do novo período estipulado, um defensor dativo – ou seja, indicado pelo Estado – será nomeado para dar continuidade ao processo.
MORTE NO RODEIO
Moroni Siqueira Rosa, de 37 anos, responde por homicídio doloso e tentativa de homicídio após atirar contra Hamilton Olímpio Ribeiro Júnior, de 29 anos, que foi morto durante o show da cantora Lauana Prado.
Outras duas pessoas ficaram feridas no episódio. O policial militar foi preso preventivamente, já foi alvo de sentença de pronúncia, que determina ser caso para Tribunal do Júri, e aguarda a conclusão tanto da ação penal quanto do Processo Administrativo na PM.
Na Justiça, ele pode receber pena de prisão pelos crimes. Já na corporação, pode ser punido com a expulsão da Polícia Militar.
ATENTADO
No início de fevereiro, o advogado Mauro da Costa Ribas Júnior, ex-policial responsável pela defesa de Moroni, foi vítima de um atentado a tiros em Sorocaba . O ataque ocorreu no bairro Quintais do Imperador, quando ele dirigia seu veículo e foi alvejado por disparos.
Estilhaços de vidro feriram seu rosto, e ele precisou ser hospitalizado. O caso foi registrado como tentativa de homicídio e está sob investigação da Polícia Civil.
Além de Moroni, o advogado também atua na defesa de policiais militares envolvidos na morte de Vinicius Gritzbach, delator do PCC, assassinado no Aeroporto Internacional de Guarulhos.
DEFESA FEITA
A reportagem do Marília Notícia entrou em contato com o advogado. Mauro Ribas Júnior afirmou que já apresentou a defesa, citada na publicação oficial da PM. Ele afirmou acreditar que possa ter havido alguma demora para processar sua documentação, o que acabou gerando a notificação.
O advogado – que já foi capitão da PM de São Paulo – disse ainda que segue na defesa de Moroni, em relação tanto ao processo administrativo na corporação quanto na Justiça Criminal.
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