A Polícia Militar capturou duas pessoas procuradas pela Justiça em ações distintas realizadas na terça-feira (7), em Marília. As ocorrências foram apresentadas na Central de Polícia Judiciária (CPJ).
A primeira captura ocorreu no Jardim Monte Castelo, na zona sul da cidade. Durante patrulhamento pela rua Maciel Parente, policiais militares abordaram um homem de 45 anos que carregava uma sacola sob uma coberta. Embora nada de ilícito tenha sido encontrado durante a revista, a consulta aos sistemas policiais apontou um mandado de prisão expedido pela 1ª Vara Criminal da Comarca de Lins.
A ordem judicial foi expedida em razão da regressão de regime por prática reiterada do crime de furto. Segundo o registro policial, restam 16 anos, dois meses e oito dias de pena a serem cumpridos em regime semiaberto. O homem foi conduzido ao plantão policial sem necessidade do uso de algemas.
A segunda ocorrência foi registrada no Parque das Vivendas. Após receberem informação sobre um mandado de prisão em aberto, policiais militares seguiram até um imóvel, onde localizaram uma faxineira de 52 anos. Conforme o mandado judicial, ela foi condenada definitivamente pelo crime de tráfico de drogas, em decisão expedida pelo Departamento de Execuções Criminais de Presidente Prudente. A pena restante é de cinco anos, também em regime semiaberto.
De acordo com o registro da ocorrência, a mulher colaborou com a abordagem e foi conduzida à CPJ. A defesa informou que ela é diabética e faz uso contínuo de medicação, que seria providenciada por familiares.
Após os procedimentos de polícia judiciária, os dois capturados permaneceram à disposição da Justiça.
Obras na zona oeste incluem drenagem, calçadas, guias e beneficiam moradores do bairro.
Prefeitura apresentou balanço das ações das secretarias durante reunião mensal da equipe de governo.
Arquiteta radicada em Marília é de origem curitibana e traz na bagagem referências do sul…
Recursos federais também serão destinados à compra de mobiliário e de um veículo.
Dois homens foram presos; veículo tinha placas clonadas e seguia para Piracicaba.
Vítima acreditou que receberia valores de ação judicial e fez transferências via PIX.
This website uses cookies.