Equipe do Corpo de Bombeiros atuando em incêndio criminoso no prédio da Emdurb em Marília (Foto: Divulgação)
A Polícia Civil pediu a prorrogação do prazo para conclusão do inquérito policial que apura o incêndio, que destruiu o prédio da Empresa Municipal de Mobilidade Urbana (Emdurb) de Marília na noite do dia 25 de março, no Centro da cidade. Ainda é aguardado o laudo pericial nas garrafas apreendidas próximas ao local do crime, que tinham resquícios de gasolina e provavelmente foram usadas para atear fogo no local.
Segundo informações apuradas pelo Marília Notícia, além dos policiais militares que atenderam a ocorrência, dois funcionários e o presidente da Emdurb, Valdeci Fogaça, foram ouvidos pela Polícia Civil. O responsável técnico pelo monitoramento das câmeras de seguranças dos prédios da Emdurb esclareceu que todos os equipamentos eletrônicos foram destruídos pelo fogo, inclusive o aparelho que armazenava as imagens. Outro servidor conseguiu salvar dois carros da garagem localizada na rua Sete de Setembro.
O incêndio destruiu 11 motocicletas usadas pela equipe da Emdurb, além de móveis e os aparelhos eletrônicos da Emdurb e também da empresa Talentech, responsável pela instalação dos radares na cidade.
Policiais civis do Setor de Investigações Gerais (SIG) encontraram imagens de câmeras de segurança das imediações, inclusive uma que mostra o momento em que o fogo é ateado no imóvel da Emdurb, porém, não é possível identificar o emplacamento da motocicleta utilizada pelo criminoso.
Duas garrafas de plástico foram apreendidas com resquícios de gasolina. Foi solicitada a realização de perícia para localizar impressões digitais nos objetos, além de possível coleta de material genético. Até o momento, a Polícia Técnico-Científica já entregou o laudo sobre o incêndio, mas ainda não retornou informações sobre a solicitação para análise das garrafas plásticas.
Enquanto aguarda o retorno de todos os laudos, a Polícia Civil solicitou prorrogação do prazo para finalização do inquérito policial, para que as diligências que ainda faltam sejam concluídas pelos investigadores de Marília, na tentativa de elucidação do crime, que trouxe prejuízo de aproximadamente R$ 1 milhão para os cofres públicos da cidade.
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