A Polícia Militar de Assis (distante 75 quilômetros de Marília) transferiu dois oficiais do 32º Batalhão, que estavam afastados de suas funções, após sindicância aberta para investigar a denúncia de que supostamente esposas de policiais da cidade teriam recebido a vacina contra a Covid-19.
Um dos oficiais foi transferido para a reserva a pedido e o outro para uma unidade não informada pela PM. A sindicância está em fase final de relatório e será remetida ao Ministério Público (MP) e à Corregedoria da instituição.
Em nota, a PM esclarece que “seu efetivo de policiais militares atua em todo Estado de São Paulo e são distribuídos conforme critérios técnicos otimizando o trabalho. As movimentações ocorrem tanto por conveniência própria ou do serviço sempre buscando a eficiência do serviço público. No ano de 2021, na região, tivemos a movimentação de 212 policiais militares.”
Conforme a Promotoria, o inquérito civil prossegue e a última resposta foi juntada no dia 25 de maio, atendendo ao prazo estabelecido.
Agora, os promotores vão analisar as versões dadas pelos representados nos documentos remetidos pelo Comando de Policiamento do Interior da região de Presidente Prudente (CPI-8).
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