A asma é uma doença inflamatória crônica das vias aéreas que atinge 6,4 milhões de brasileiros acima de 18 anos, segundo Pesquisa Nacional de Saúde (PNS) do Ministério da Saúde e Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
Desencadeada por processos alérgicos muitas vezes ligados à poeira, secura ou poluição torna-se um problema na vida dos pacientes, principalmente por conta da grande quantidade de remédios (muitos deles fortes) que acabam sendo utilizados frequentemente sem sucesso.
Mas uma planta chamada Milona pode ser a solução para este problema. Nativa do semiárido brasileiro, a Milona está sendo analisada por pesquisadores da Universidade Federal da Paraíba (UFPB) há mais de 30 anos.
Capaz de regenerar tecidos pulmonares, a espécie age nos sintomas e ajuda a reverter inflamações, podendo até mesmo cortar o problema pela raiz e curar o paciente.
A planta já é consumida há tempos por moradores da região do interior da Paraíba para tratar a asma e outras doenças respiratórias.
Alguns testes já foram realizados em animais – de acordo com determinações da Anvisa – e os resultados mostraram eficácia não apenas para o tratamento da asma, mas também no combate a úlceras gástricas e depressão.
A Milona começará a ser testada em pacientes com asma, em forma de xarope e cápsulas, para depois poder finalmente chegar às farmácias.
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